Conecte-se conosco

Educação

Alunos pedem melhorias na estrutura da Escola Estadual Irmã Dulce em Parauapebas

Publicado

Em

Após muitas idas à Capital do Estado, estudantes da Escola Estadual Irmã Dulce, voltaram a protestar, mais um capítulos da novela, que se iniciou a cinco anos atrás, onde um grupo de estudantes, foram a Belém e se reuniram com a cúpula estadual da educação, quando apresentaram os problemas, que as obras de reforma, enfim, foram iniciadas. Isso em novembro de 2017, com um prazo de entrega da obra para fevereiro de 2018.

A obra na Escola Estadual Irmã Dulce, foi iniciada na data citada, pela empresa Trasnvipe – ME, orçada em R$ 1.117.111,09 (um milhão, cento e dezessete mil, cento e onze reais e nove centavos), no valor esavam inclusos a reforma geral e recuperação estrutural do prédio.

Os alunos afirmam que a estrutura da escola já está comprometida sem condições de uso, as centrais de ar condicionado estão com defeitos e que a escola não tem capacidade para suportar a quantidade de alunos. Problemas que já se arrasta há cinco anos.

Mas, a novela ainda não tem o final feliz, porque, as obras foram paralisadas e os alunos continuam assistindo aulas no prédio do antigo Colégio Base Júnior, locado pelo Governo do Estado, onde ficariam apenas até a conclusão da obra. No entanto, o anexo também já apresenta diversos problemas e, já é alvo de reclamação dos alunos que, na manhã desta terça-feira (9/04), estiveram na Câmara Municipal de Parauapebas, e durante a sessão ordinária, fizeram manifestação pedindo melhorias para o anexo e a conclusão da reforma do prédio da Escola Irmã Dulce, para que voltem a estudar no local definitivamente.
O protesto foi pacífico, tendo como resultado uma reunião na sala da presidente da casa de lei, onde os vereadores conversaram com os estudantes e se comprometeram a mediar o caso. Outro avanço positivo foi a chegada do diretor da 21ª URE, Carlos Eduardo Sousa do Nascimento, informando que de acordo com a “palavra“( ou seja, nada por escrito) do Governador Helder Barbalho, as obras deverão ser retomadas para que seja entregue até o dia 10 de maio, data em que se comemora o aniversário do município.

A reunião foi convincente para os alunos que resolveram esperar até o prazo previsto, consagrando-se a não o cumprimento da “palavra“, voltar a fazer manifestação em busca da solução dos diversos problemas existentes no anexo onde estudam, que já apresenta, segundo eles, riscos dos alunos e funcionários.

O vereador de “palavra” Rafael Ribeiro, que representa a classe estudantil, falou que a situação da escola é lamentável e bem crítica. A escola foi interditada em setembro de 2013, e já caminha para seis anos, e de lá pra cá, muitas vezes estive em Belém, procurei o Governo do Estado, e não foi solucionado o problema, e agora há uma promessa que o diretor
Carlos Eduardo Sousa do Nascimentoda 21ª URE Unidade Regional de Ensino, que até junho a escola será devolvida a comunidade, na próxima sexta-feira(12), virá um técnico da SEDUC a Parauapebas e vamos acompanhar todos as demandas que serão necessárias para melhorias da escola, e não vamos deixa de buscar soluções para os alunos da Escola irmã Dulce .

Em alguns capítulos da novela, os alunos continuam cobrando os antigos problemas, que foram apresentadas pelo Governo do Estado.
Confira:

• Contratação de professor específico para a biblioteca e a disciplina de filosofia;

• Problema com a lotação dos professores;

• Falta de professores capacitados para os laboratórios de química e informática, respectivamente;

• Faltas de vice-diretores, coordenadores e secretário escolar;
• Pagamento de prova e material de estudos pelos alunos;

• Material didático para os professores como, por exemplo, tablet, apagadores e pincéis para quadro magnético;
• Merenda escolar;

• Aula pós ENEM, promovida pela SEDUC;

Advertisement

Notícias mais lidas

Todos os direitos reservados © 2017 Grupo Pebinha Tudo de Bom Agência de Comunicação & Publicidade CNPJ: 29.001.067/0001-22.