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Amazônia

Desmatamento na Amazônia afeta clima e situação pode ficar irreversível

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Se a Amazônia continuar com o desmatamento acelerado e atingir 40% da floresta, a situação pode ficar irreversível, é o que aponta o Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

O estudo faz uma análise e detalha as descobertas cientificas mais recentes sobre o aquecimento global, e coloca a Amazônia como uma região importante nesse processo de mudança climática. O relatório alerta que as emissões dos gases do efeito estufa estão relacionadas à agricultura, floresta, mas principalmente ao desmatamento. O documento diz que há necessidade de limitar o aquecimento da terra em até um grau e meio.
Na contramão dos números alarmantes, projetos na área estão em execução para o melhoramento da floresta e da região do Xingu. Um deles é desenvolvido pelo Movimento dos Atingidos de Barragens – MAB, em Altamira, em parceria com a Associação de Desenvolvimento Agrícola Interestadual. “Estamos desenvolvendo um projeto em quatro estados da Amazônia, que beneficiam 240 famílias. Aqui no Xingu são 60 famílias e cada família, como contrapartida, tem que plantar pelo menos 100 mudas de árvores. Isso é pra gente fazer um debate e uma prática de reflorestamento”, explica o coordenador do MAB, Jackson Dias.

A ideia do projeto é reflorestar para minimizar a alta temperatura da região. O documento do IPCC tem assinatura de mais de cem especialistas do meio ambiente e envolve cinquenta e dois países. Temas como aquecimento global, segurança alimentar, degradação do solo e desertificação. O relatório reúne estudos científicos publicados até abril desse ano.

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